domingo, 17 de outubro de 2010

Eleições

Tenho observado nas propagandas politicas e nas bocas das pessoas com quem converso uma postura que caracteriza um traço infantil: o extremismo.
Para uma criança é dificil encontrar um meio termo, ou amo, ele é o maior, ou odeio totalmente, as vezes tendo as duas posturas pela mesma pessoa.
Já decidi em quem votar, mas essa escolha é uma decisão pessoal.
Mesmo decidindo por um dos dois, não desqualifico o outro, pois sei que ambos tem boas qualidades, assim como determinadas limitações.
Por que tem de ser oito ou oitenta?
Alguns se posicionam apenas pelo que ouviram falar, sem verificar a veracidade das informações.
Outros usam uma postura de escandalização diante das informações. Escandalo não ajuda ninguem, e não falo do escandalo com a informação exterior, mas com o sentimento de escandalo, individual.
Postura mais adulta seria averiguar as informações e colocar nos "pratos da balança" para tomar a decisão que achar mais adequada para o país, mas buscando informações de fontes seguras dos dois lados.
Essa postura não se restringe apenas as eleições, mas ao cotidiano.
Mas não seria bom esquecer que a mudança para um mundo melhor não depende apenas de quem assumirá a presidencia da republica, mas que eu seja no mundo, nas minhas atitudes, a mudança que eu desejo no mundo.

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