Quando convertemos emoções em sintomas orgânicos, estamos expressando de forma inconsciente algo que “não está muito bem em nós”, podendo aparecer na forma de problemas de sono, mal estar, dores, perda ou excesso de apetite, compulsividade, impaciência, depressão, “nervosismo”, disfunções cardíacas, respiratórias, circulatórias ou musculares, perda de memória e raciocínio, estados de terror ou pânico, além de uma lista imensa de possíveis sintomas, que são necessários para nos darmos conta de que algo está errado conosco.
Chamamos isso de desequilíbrio.
Se procurarmos um auto conhecimento, uma compreensão maior de nós mesmos, podemos até mesmo reverter alguns destes processos, pois se a “mensagem” enviada pelo inconsciente em forma de somatização foi recebida e entendida pela mente, estes sintomas não serão mais necessários.
Se uma pessoa tem, por exemplo, dores na parte superior das costas, provavelmente terá, também, muitas preocupações, antecipando seus problemas ao invés de “deixar as coisas acontecerem”.
Será como se seu corpo estivesse dizendo “carrego o peso do mundo em minhas costas”. Uma vez entendida e modificada essa atitude interior - o que não é tão fácil, podendo precisar de um árduo trabalho - o sintoma se torna desnecessário e desaparece.
A ansiedade não é apenas um sintoma, mas um síndrome, ou seja, um conjunto de reações que atinge o organismo como um todo - corpo, mente e emoções.
Se um profissional da saúde aborda um sintoma por um destes itens - corpo, mente ou emoções - pode obter um bom resultado, mas se abordar o sintoma de um modo mais abrangente, ou seja, como um todo, provavelmente obterá melhores resultados e em menos tempo.
A relação entre corpo, mente e emoções será melhor compreendida quando tivermos desenvolvido nosso auto conhecimento, levando-nos a entender como se formam as tensões, como funcionam os relaxamentos e como melhorar a saúde física e mental. A tão almejada busca por um mundo melhor encontra sua resposta no interior de nós mesmos, e se podemos melhorar nosso padrão de vida, por que não faze-lo?
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