O curso A Inteligência Norteando a Paz ocorre em Nazaré Paulista-SP nos dias 18 a 20/06/2010.
Nazaré Uniluz é uma escola de desenvolvimento integral do ser humano e de sua inter relação com a totalidade da vida (www.nazaréuniluz.org.br).
A Inteligencia Norteando a Paz aborda a compreensão da relação corpo-mente-emoções através de técnicas de auto conhecimento, levando ao melhor auto compreensão e levando ao entendimento de como se formam as tensões musculares cronicas e como estas afetam comportamento e emoção.
Como desenvolver um comportamento assertivo? Melhorar a saude fisica, mental e emocional?
Os tipos e padrões de sentimentos tem padrões que poderiam ser observados. Voce já percebeu como o instinto se manifesta no seu dia a dia? Sua verdade pessoal condiz com a realidade que vive?
Sofrimentos e repetições das mesmas situações emocionais geram circulos viciosos.
A inteligencia cognitiva pode analisar o proprio comportamento diante de situações comuns, mas desgastantes emocionalmente.
Sua inteligencia pode ser usada em seu favor.
Perceber a realidade como é, aceitar que o que não tem solução está solucionado e deixar o tempo agir pode ser um caminho para a paz interior.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Para nossos filhos
O desenvolvimento humano já começa bem antes da própria concepção. Muito que a pessoa apresenta como adulto, já se manifesta geneticamente na família. Algumas tendências a doenças (alcoolismo, problemas cardíacos, respiratórios, etc.) podem ser transmitidos pelas gerações.
Outro fator importante no desenvolvimento da personalidade é o comportamento dos pais. Daqui a alguns anos serei pai e já estou cuidando das minhas “neuras”, para que quando eles cheguem encontrem um pai mais equilibrado – ou menos desequilibrado.
As atitudes dos pais são imensamente marcantes mais que suas palavras. O velho jargão “Faça o que eu falo, não faça o que eu faço”, não funciona. Os filhos costumam copiar dos pais suas atitudes, até as que acham mais repugnantes, quadradas e ridículas. Quantas vezes nós, os adultos de hoje, nos pegamos repetindo atitudes de nossos pais? Após alguns anos, muitas vezes nos pegamos fazendo coisas que antes condenávamos. Quanto disso transmitiremos aos nossos filhos?
Precisamos nos cuidar para que a próxima geração seja melhor.
Ainda hoje existem algumas famílias que se tornam numerosas por não fazer uso de métodos contraceptivos, seja por ignorância, seja por descaso.
Muitas adolescentes engravidam por brincadeira, por desinformação, por falta de um dialogo aberto sobre sexualidade - herdado de uma cultura conservadora que impede que se toque nesse assunto -, para sair da casa dos pais, ou pela ilusão de que a gravidez “prende” alguém.
Aí estão: mães despreparadas para a maternidade – ainda com as necessidades de uma adolescente, mas com as responsabilidades de adulto, gerando dificuldades para conciliar a nova situação familiar, os estudos e o desenvolvimento profissional.
Por outro lado, temos uma criança que acaba não recebendo a atenção de que necessita – o que trará amargas conseqüências em seu comportamento futuro, no seu desenvolvimento emocional, no aproveitamento escolar ou na forma de enfrentar o mundo e fazer suas próprias escolhas.
A época da gestação pode deixar marcas profundas, que muitas vezes aparecem em relatos clínicos de vivencias terapêuticas e acompanham essas pessoas por décadas.
Palavras e sentimentos que a gestante dizia ao feto em sua barriga, ou ouvia de seus pais, do cônjuge, a rejeição, o “acidente de percurso”, a tentativa de aborto, a “desonra da família” que abandona na hora de maior necessidade, o desamor e o ódio: tudo isso colabora para a personalidade futura daquele que ainda não raciocina como nós, adultos, mas sente e percebe tudo, deixando registrado em seu inconsciente como é o mundo que o espera, podendo esse aprendizado perpetuar por toda sua vida como a única verdade, mesmo que ele não tome consciência disso, tornando a vida muito amarga, Sentindo como se as pessoas o estivessem rejeitando, por mais acolhedoras que sejam, pois é uma “verdade interna”. Dentro dele, o modelo de mundo conhecido é assim.
O que acontece fora da barriga é refletido para dentro. Os mais antigos diziam “não deixa ela passar nervoso, ela ta grávida”. Observemos a propriedade dessas palavras.
Como havia dito, um feto ou um bebe não raciocina como um adulto. Estão mais ligados ao querer que ao pensar. Se o pai ou a mãe o deixam sozinho por muito tempo ou o abandonam, ele perceberá sua própria necessidade, e com seu choro reivindicará essas presenças. Após alguns anos pode ser que até consiga justificar aos outros o porquê dessa atitude de seus pais, defendendo-os com fervor – “afinal, são seus pais” - mas essa “desculpa” não apagará as marcas em sua alma deixadas pela solidão e pela necessidade não suprida de presença dos pais.
Muitos pais dizem “mas eu dou de tudo, dou vídeo game, bicicleta, tudo o que ele pede, não falta nada para ele”.
Bens materiais, presentes e comidas não são tudo o que uma pessoa precisa para viver. Às vezes um diálogo, um toque, um carinho, atenção, podem fazer toda a diferença. Não há bem material que substitua o bem estar emocional ou o espiritual, ou a presença verdadeira dos pais – não apenas a presença física -mesmo que por um tempo mais curto.
Ao entrarmos numa roda viva, onde precisamos de 3 ou 4 empregos para nos manter, não tendo tempo para família e laser, com o mercado de trabalho exigindo mais e mais, acabamos sacrificando os relacionamentos intrafamiliares, e o dinheiro que ganhamos com isso torna-se vazio, pois o que compramos com ele não supre nossas necessidades emocionais.
Os tempos mudaram, e ter um filho é algo muito sério. Devemos dar mais importância do que dávamos há 20 ou 30 anos atrás. É importante pensar, planejar, e não apenas coloca-los no mundo e deixar para a avó, a escola ou a sociedade criar. Se quiserem um filho, e não um delinqüente, façam parte da vida dele. Sejam realmente pais.
Outro fator importante no desenvolvimento da personalidade é o comportamento dos pais. Daqui a alguns anos serei pai e já estou cuidando das minhas “neuras”, para que quando eles cheguem encontrem um pai mais equilibrado – ou menos desequilibrado.
As atitudes dos pais são imensamente marcantes mais que suas palavras. O velho jargão “Faça o que eu falo, não faça o que eu faço”, não funciona. Os filhos costumam copiar dos pais suas atitudes, até as que acham mais repugnantes, quadradas e ridículas. Quantas vezes nós, os adultos de hoje, nos pegamos repetindo atitudes de nossos pais? Após alguns anos, muitas vezes nos pegamos fazendo coisas que antes condenávamos. Quanto disso transmitiremos aos nossos filhos?
Precisamos nos cuidar para que a próxima geração seja melhor.
Ainda hoje existem algumas famílias que se tornam numerosas por não fazer uso de métodos contraceptivos, seja por ignorância, seja por descaso.
Muitas adolescentes engravidam por brincadeira, por desinformação, por falta de um dialogo aberto sobre sexualidade - herdado de uma cultura conservadora que impede que se toque nesse assunto -, para sair da casa dos pais, ou pela ilusão de que a gravidez “prende” alguém.
Aí estão: mães despreparadas para a maternidade – ainda com as necessidades de uma adolescente, mas com as responsabilidades de adulto, gerando dificuldades para conciliar a nova situação familiar, os estudos e o desenvolvimento profissional.
Por outro lado, temos uma criança que acaba não recebendo a atenção de que necessita – o que trará amargas conseqüências em seu comportamento futuro, no seu desenvolvimento emocional, no aproveitamento escolar ou na forma de enfrentar o mundo e fazer suas próprias escolhas.
A época da gestação pode deixar marcas profundas, que muitas vezes aparecem em relatos clínicos de vivencias terapêuticas e acompanham essas pessoas por décadas.
Palavras e sentimentos que a gestante dizia ao feto em sua barriga, ou ouvia de seus pais, do cônjuge, a rejeição, o “acidente de percurso”, a tentativa de aborto, a “desonra da família” que abandona na hora de maior necessidade, o desamor e o ódio: tudo isso colabora para a personalidade futura daquele que ainda não raciocina como nós, adultos, mas sente e percebe tudo, deixando registrado em seu inconsciente como é o mundo que o espera, podendo esse aprendizado perpetuar por toda sua vida como a única verdade, mesmo que ele não tome consciência disso, tornando a vida muito amarga, Sentindo como se as pessoas o estivessem rejeitando, por mais acolhedoras que sejam, pois é uma “verdade interna”. Dentro dele, o modelo de mundo conhecido é assim.
O que acontece fora da barriga é refletido para dentro. Os mais antigos diziam “não deixa ela passar nervoso, ela ta grávida”. Observemos a propriedade dessas palavras.
Como havia dito, um feto ou um bebe não raciocina como um adulto. Estão mais ligados ao querer que ao pensar. Se o pai ou a mãe o deixam sozinho por muito tempo ou o abandonam, ele perceberá sua própria necessidade, e com seu choro reivindicará essas presenças. Após alguns anos pode ser que até consiga justificar aos outros o porquê dessa atitude de seus pais, defendendo-os com fervor – “afinal, são seus pais” - mas essa “desculpa” não apagará as marcas em sua alma deixadas pela solidão e pela necessidade não suprida de presença dos pais.
Muitos pais dizem “mas eu dou de tudo, dou vídeo game, bicicleta, tudo o que ele pede, não falta nada para ele”.
Bens materiais, presentes e comidas não são tudo o que uma pessoa precisa para viver. Às vezes um diálogo, um toque, um carinho, atenção, podem fazer toda a diferença. Não há bem material que substitua o bem estar emocional ou o espiritual, ou a presença verdadeira dos pais – não apenas a presença física -mesmo que por um tempo mais curto.
Ao entrarmos numa roda viva, onde precisamos de 3 ou 4 empregos para nos manter, não tendo tempo para família e laser, com o mercado de trabalho exigindo mais e mais, acabamos sacrificando os relacionamentos intrafamiliares, e o dinheiro que ganhamos com isso torna-se vazio, pois o que compramos com ele não supre nossas necessidades emocionais.
Os tempos mudaram, e ter um filho é algo muito sério. Devemos dar mais importância do que dávamos há 20 ou 30 anos atrás. É importante pensar, planejar, e não apenas coloca-los no mundo e deixar para a avó, a escola ou a sociedade criar. Se quiserem um filho, e não um delinqüente, façam parte da vida dele. Sejam realmente pais.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Inteligencia Norteando a Paz
A vivencia "A Inteligencia Norteando a Paz" substituirá o Curso sobre Ansiedade e Relaxamento em Nazaré-Uniluz, de 27 a 29/11/2009.
Considerando que em nosso desenvolvimento como ser integral passamos por fases, o instinto, que foi importante em fases anteriores, hoje pode comprometer nossa qualidade de vida, pois o formato social e as necessidades humanas são diferentes, em comparação com outras épocas.
Temos desenvolvidas três estruturas cerebrais que geram algumas questões na sobrevivência: eu quero? eu posso? eu preciso?
Agimos por reflexo ou com reflexão? O que pensamos ou os atos que cometemos geram incômodos? Problemas pessoais podem ser modificados? Através da inteligência, que é um atributo humano, podemos modificar nossa forma de lidar com os conteúdos antigos?
Para o desenvolvimento do aprendiz, cremos na importância de o mesmo perceber padrões de pensamento e de comportamento repetitivos que podem diminuir seu potencial de qualidade de vida nos aspectos intimo e social.
A relação entre corpo mente e emoções pode ser melhor compreendida através de um maior auto conhecimento, levando-nos a entender como se formam as tensões musculares e como elas alteram comportamento e emoção. É possível desenvolver um comportamento assertivo? É possível melhorar a saúde física, mental e emocional? Esse curso expõe os tipos e padrões de sentimentos e seus efeitos, fala sobre o instinto presente no cotidiano e orienta sobre como comparar o que o pensamento cria como verdade pessoal, mas que não condiz com a realidade. Sofrimento e repetições das mesmas situações emocionais formam círculos viciosos. A inteligência cognitiva pode analisar o próprio comportamento diante de situações comuns, mas desgastantes emocionalmente. Sua inteligência pode ser usada em seu favor. Perceber a realidade como é, aceitar que o que não tem solução está solucionado e deixar o tempo agir pode ser um caminho para a paz interior.
Considerando que em nosso desenvolvimento como ser integral passamos por fases, o instinto, que foi importante em fases anteriores, hoje pode comprometer nossa qualidade de vida, pois o formato social e as necessidades humanas são diferentes, em comparação com outras épocas.
Temos desenvolvidas três estruturas cerebrais que geram algumas questões na sobrevivência: eu quero? eu posso? eu preciso?
Agimos por reflexo ou com reflexão? O que pensamos ou os atos que cometemos geram incômodos? Problemas pessoais podem ser modificados? Através da inteligência, que é um atributo humano, podemos modificar nossa forma de lidar com os conteúdos antigos?
Para o desenvolvimento do aprendiz, cremos na importância de o mesmo perceber padrões de pensamento e de comportamento repetitivos que podem diminuir seu potencial de qualidade de vida nos aspectos intimo e social.
A relação entre corpo mente e emoções pode ser melhor compreendida através de um maior auto conhecimento, levando-nos a entender como se formam as tensões musculares e como elas alteram comportamento e emoção. É possível desenvolver um comportamento assertivo? É possível melhorar a saúde física, mental e emocional? Esse curso expõe os tipos e padrões de sentimentos e seus efeitos, fala sobre o instinto presente no cotidiano e orienta sobre como comparar o que o pensamento cria como verdade pessoal, mas que não condiz com a realidade. Sofrimento e repetições das mesmas situações emocionais formam círculos viciosos. A inteligência cognitiva pode analisar o próprio comportamento diante de situações comuns, mas desgastantes emocionalmente. Sua inteligência pode ser usada em seu favor. Perceber a realidade como é, aceitar que o que não tem solução está solucionado e deixar o tempo agir pode ser um caminho para a paz interior.
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